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Segunda-feira, 21 de Abril de 2008

Perfumes

 

Hoje quero partilhar este artigo de opinião.

O confronto entre o "anteriormente" e o "actualmente".

 

"Os armazéns Harvey Nichols, em Londres, começaram a comercializar o perfume do momento. Criado por Antoine Lie, um colaborador próximo de Armani, a fragrância dá pelo nome de «Sécretions Magnifiques» e propõe-se emular, para uma clientela cada vez mais exigente, os odores do sangue, do suor, da saliva e do sémen. Desconheço se a urina e as fezes são a próxima aposta do catálogo. (...) As vendas têm sido expressivas.

 

(...)

 

Verdade que os nossos antepassados não eram um bom exemplo: com a honrosa excepção dos romanos, que faziam do banho um acontecimento social, a sujidade extrema foi regra, quer por motivos religiosos, quer por motivos «médicos»: a partir do século XIV, quando a Grande Peste ceifou um terço da população europeia, era regra e conselho que a água quente, abrindo os poros, facilitava o contágio.

 

A solução era mudar de roupa várias vezes por dia, ritual que Luís XIV cumpria de manhã, à tarde e à noite. Só no século XVIII, sob influência «romântica», a água e a pureza regressaram às banheiras reais, embora Napoleão, sempre relapso, seja explícito numa das suas cartas a Josefina: «Regresso a Paris amanhã. Não te laves.» (...)"

 

por José Pereira Coutinho in "Divinas Comédias", Revista Única, Expresso nº1851, 19 Abril 2008

publicado por coisasquetais às 21:50
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5 comentários:
De Dreamfinder a 22 de Abril de 2008 às 15:16
Só me apetece dizer: que porcos!!! Lol ;) Beijinho*
De Bolas a 22 de Abril de 2008 às 18:59
loooooooooooool. "Nao te laves.." Eh pá esta deu para me rir uns belos minutos! Cheirinho a bacalhau é que é bom nao é vdd? lololol
De pedro a 23 de Abril de 2008 às 01:01
hahahahhahahaha não te laves é lindo ... concordo completamente com o nuno,... cheira a bacalhau... hahahahahahahahah fantastica frase

bjx
De André a 23 de Abril de 2008 às 05:56
Que conas.
De Anónimo a 8 de Maio de 2008 às 02:50
O perfume é um exercício de sensualidade e de "viagem" até ao "Outro".
Do "Outro" queremos tudo, desejamos a fusão integral; e confundirmo-nos com "Ele". O "Outro" existe em função do "eu". Ambos como um "Único". Mergulhamos nos odores do sangue, do suor, das lágrimas. Por que não?
Pela fragância do sémen a flor recolhe uma dádiva inebriante dos sentidos consentidos e que esboça um prolongamento a frutificar num ventre odorente de primaveras.

Afectos
João
Coimbra,a olhar as mansas águas do Mondego imaginando encontar-te na Foz.

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