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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

O sentimento de...

 

O sentimento de se ser ignorado

É o pior sentimento que se pode ter.

Sentir que a tua presença num local

É absolutamente indiferente.

Sentires que... Se desaparecesses

Ninguém daria por isso.

E talvez a pessoa que menos daria

Fosse aquela que tu esperavas que desse mais.

 

O sentimento de se ser ignorado

Corrói por dentro

E quanto mais tempo passa

Mais corrói e mais dói

Porque se sentissemos que não eramos queridos

Podiamos ao menos ter um alento para seguir em frente

Para esquecer tudo o que estáva para trás.

Assim não.

Ser ignorado quase sempre.

Mas nos momentos em que se não é,

Esquece-se os momentos em que se foi.

Mas após esses...

A sensação volta. Até que outro momento a apague.

 

Até quando esta sensação vai perdurar?

Não sei. Incógnita.

Mas os limites do impossível estão perto.

Demasiado perto.

 

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publicado por coisasquetais às 15:30
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4 comentários:
De Alberto Martins a 16 de Maio de 2008 às 15:59
Olá,
Vim à procurade uma imagem de sonho e encontrei uma mulher de sonho.

Beijinhos.
A.Martins
De Anónimo a 17 de Maio de 2008 às 01:51
Pensada por dentro e por fora, ignoras ou és ignorada?
É impossível o que dizes - perdoa-me a afirmação.
TU existes com o teu "Eu" em função de um "Outro" que posso ser, por exemplo, "Eu". Só assim tens existência.
"Eu" que sou o "Outro"; sou "responsável" pela existência do teu "Eu". Assim não podes falar em que "Alguém" se sinta ignorado. Se tu ignorares alguém reforças o teu "Eu" ... centrípeto.
Gostaria que tivesses a doçura do optimismo; na delicadeza da tua sentimentalidade vais ser e ter força centífuga a desejar a Beleza do Mundo que te rodeia e é nesse mundo que tu harmoniosamente existes para um dia dares frutos saborosos.
Entraste no mundo virtual para não seres silêncio de ti-própria, mas o teu pensamento e poética que este encerra podem moldar a tua vida.
Um estímulo, uma resposta. Vai uma aposta?
Behaviorista militante e pessoano de afectos múltiplos, olho-te no segredo de uma capa já usada que não consegue parir os segredos que o seu ventre encerra. Cada corte nesta capa, aqui em baixo, - estás a ver?! - cada pequeno rasganço reflecte um tempo de amor tão breve e tão intenso que por mais ignorado que tenha sido é um contributo à Eterna lembrança e afirmação solene de que um qualquer amor deixa sempre marcas grandiloquentes...como se fossem contributos para as Maravilhas do Mundo.

João.
Maio17.
Os meus pés , tal como os teus, revigoram as alegrias na água deste repuxo aqui no Jardim da Sereia.
A água lava-nos mais por dentro do que por fora.


De Vânia Caldeira a 28 de Maio de 2008 às 16:08
Acho que o que dizes tem tudo de verdade. A indiferença é realmente o pior dos sentimentos, a pior das afrontas ou das armas. No entanto, espero sinceramente que este post não resulte de uma vivência tua... até porque não me parece justo que digas isto. Sabes muito bem que tens imensos amigos que te adoram e, falando apenas por mim (mas certamente muitos outros diriam o mesmo), sabes que estou cá sempre que precisares. És importante de mais para mim para te conseguir sequer ignorar. Mesmo que tentasse. E não tentei! Adoro-te miúda! Não sejas tonta, deixa-te de ideias doidas. Beijinho*
De santos gomes a 23 de Junho de 2008 às 18:14
Há certas horas em que ñ precisamos de 1 amor, ñ queremos beijos meigos... Só queremos o abraço apertado, ou mesmo estar ali quietinha ao lado... Sem nada dizer.. Desejamos 1 presença amiga, alguém que nos pergunte:
- Estas triste porquê? Ou apenas alguém que nos diga:
- So acima de tudo tua amiga, e estou aqui!

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