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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Duas frases

 

Hoje deixo apenas duas frases:

 

"Mais vale não sermos de todo amados a sê-lo pouco e/ou mal. As pessoas não nos podem dar tudo o que queremos delas, o que esperamos que nos dêem."

 

"Não podemos escolher as pessoas que amamos. Elas impõem-se-nos. São inevitáveis na nossa vida, condicionam-nos na existência e, geralmente, fazem-nos verter lágrimas amargas."

 

Retiradas do blog "As Minhas Leituras" (http://biblioteca_vania.blogs.sapo.pt) provenientes do livro "Não se escolhe quem se ama" de Joana Miranda

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publicado por coisasquetais às 00:58
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8 comentários:
De Anónimo a 8 de Maio de 2008 às 02:25
O Amor é um acto de egoísmo, mas não é possível compatibilizar dois seres. Somos barco à deriva e podemos nunca encontrar o porto de abrigo.
Sou um navegante nostálgico e solitário. Deixei aqui um comentário ainda não inserido ou talvez...perdido.
A garrafa lançada ao mar pode não ter dentro mensagem. Uma garrafa no mar, sem um bilhetinho de amor, é mais triste do que António Nobre. O poeta mais triste de Portugal ainda foi a Tentúgal à procura dos pasteis conventuais ne esperança de vir, como recheio num deles, uma carta de sentimentalidades.
...E nada veio. E talvez tenha ido ao Penedo como foi outro poeta Régio lançador de olhares longínquos:

"Do Penedo da Saudade
Lancei meus olhos além
Meu sonho de Eternidade
Com saudade rima bem "

Um beijo de estima.
João
Coimbra

De Anónimo a 8 de Maio de 2008 às 03:18
AMOR E VIDA

A noite convida
A noite vivida
Volúpia contida
Em coisas que tais.
Mundos virtuais
Amigos,Iguais.
A noite sofrida
Palavra contida.
Desenho-te a músculo
És o meu crepúsculo.
Desenho-te a nanquim
Assinas por mim.
Anónimo.
Sinónimo.
Vontade contida.
Parte de vida
Mulher virtual.
O amor é vida
Vivida.
Integral.
Ponto de interrogação
ou de exclamação.
E um ponto
final.
Contido.
Sofrido.
Parido.
E já nasceu
um olá
matinal.

João
Coimbra
Na Quinta das Lágrimas
antes de Dona Constança chegar.
E sem saber que vinha Inês.
De André a 12 de Maio de 2008 às 20:09
A primeira merece um grande "LOL".
De Anónimo a 14 de Maio de 2008 às 01:36
CARO ANDRÉ,

O autor é a mesma personna nos dois trabalhos desmultiplicado pelo receptor. É na interpretação e descodificação do conjunto de significados emitidos/produzidos pelo autor/criador que o André recepciona aqueles semas (unidades mínimas de significação) e lhes atribui sentido...o seu sentido.O autor utilizou duas "máscaras" diferentes: por detrás de cada máscara é ele-próprio, o mesmo autor.

Com um abraço afectuoso,
João,
Maio 13, a contemplar no Parque da Canção o desmontar da Queima...e o mesmo rio a correr contente. Falta apenas um Antero de revolta e capa à solta.
De Anónimo a 14 de Maio de 2008 às 01:43
JOÃO E ANDRÉ,

Isto promete.

Estou com os dois e com a criadora do blogue.

Ponham fotos.

bjinhos
Ana

Nã fui à cama. Só rebaldaria. A Queima é o máximo... e Coimbra uma máxima.
De coisasquetais a 14 de Maio de 2008 às 02:10
bem... Nem sei que dizer depois de tantos comentários. Alguns deles dariam óptimos posts. ;)
quanto à Queima, não fui, mas gostava muito de ver. Em Lisboa a tradição académica é "inexistente" comparada com a de Coimbra.
Este ano não fui, mas para o próximo espero ir.=)
De Anónimo a 14 de Maio de 2008 às 19:59
OI,
Cidade-refúgio, cidade acolhimento, cidade aberta serás aqui recebida como Princesa...ou NInfa do Mondego.
Só falta um ano. O que é isso perante a sempeternidade de Coimbra?

Já viste como o tempo foge entre os dedos. E atenção: Não te parece que é tempo de começares a estudar?
JOÃO
MAIO,14
Em Coimbra,
No Choupal, a ouvir o chilrear dos pardalitos, odorentos de Primavera.
De Vânia Caldeira a 28 de Maio de 2008 às 16:14
Olha o meu blog aqui mencionado ;) Apesar de ser um romance, acho que te vou emprestar o livro donde tirei essas frases... Beijinho*

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